FALECIMENTO DA MINHA MANA E AMIGA TINA


Há quem não entenda como se gosta, como se ama alguém que nunca conhecemos pessoalmente. Que só conhecemos pela telinha do pc. A mana e amiga Tina, do blog Sonhar e Realizar.
A cada visitinha ao meu blog, a cada recadinho deixado, eu fui conhecendo-a e aprendendo a amá-lo.

Dia 07, pela madrugada aprouve a Deus levar a mana Tina para a Sua presença. 
Nós que ficamos sentimos muito a sua falta. Eu não escondo, mas agora choro e muito, pois não mais verei o  nominho da Tina quando abrir os comentários, nem poderei ler suas postagens.

A mana e amiga Tina mesmo por essa telinha deixou uma linda marca em mim. Deixou marca de amor, carinho, fraternidade, a marca de Cristo.
De todas as  virtudes da Tina a maior importante era o seu  temor e amor por Deus.
Em meio a saudade, as lágrimas, nós que não teremos mais a benção de termos a Tina compartilhando da nossa vida, confortamo-nos com a certeza que a Tina está com Jesus Cristo, e desfrutando de paz, e alegria por toda a eternidade.
Nós seus irmãos na fé não oramos por ela, já que esta com Cristo que pagou por todos os seus pecados, mas oramos por sua família para que Deus os conforte.


Preciosa é à vista do SENHOR a morte dos seus santos. 
Salmos 116:15

MÃOS TALENTOSAS. A HISTÓRIA DE BEN CARSON.




Depois de uma semanas assistindo uns filmes, hum, intragáveis, até que estou com sorte!
Tenho adquirido filmes, que sem exagero nenhum, espetaculares!!!!
Esse foi até engraçado, porque quando cheguei em casa e os meninos olharam a capa disseram: "Mãe, poxa, a senhora comprou de novo esse filme?! Nós já temos". Daí teimando um e outro fomos procurar o tal filme, que por sinal não achamos. Daí pensei: "Ok, colocar no comecinho para conferir se já assisti mesmo". Gente,  o filme dentro não tinha nada com a capa. Veio trocado!. Terminei assistindo MÃOS TALENTOSAS, e amei!!!!!!!!!!!!
Ben Carson, menino pobre, negro, sem pai, criado por uma mão analfabeta, mas muito sábia que o ensinou a ser corajoso, perseverante, e temente a Deus. Uma mãe que sempre cria que Deus tinha um plano maravilhoso para o seu filho, e bastava que esse se dispusesse nas mãos de Deus, e se empenhasse.
Sendo completamente desprovida de instrução, sua mãe era cega para as letras, mas não para as verdades da vida. Ela enxergava além do seus olhos naturais. Ela enxergava, e tudo vislumbrava pelos olhos da fé, e assim incutiu no seu filho o mesmo sentimento: "Você tem que enxergar além do que pode ver",dizia continuamente para o seu filho, Ben Carson.
Assim como a mãe de Timóteo da Bíblia, a mãe de Ben Carson lhe ensinou o que significa a fé em Deus, a confiança, a entrega, e a constante busca por Ele. "Deus nunca lhe abandonará", ouvia Ben Carson, e levou essa fé inabalável por toda a sua vida.
O interessante é que a mãe de Ben Carson nem mesmo tinha consciência da sua sabedoria.Sabedoria essa não adquirida em livros, em bancos de escolas, mas vindo do alto, vinda de Deus. Disse ela: "Sou muito burra! Nem mesmo sei ler". Meu Deus, era muito sábia, com a maior das sabedorias. A que não se compra, nem se adquire.
A mãe de Ben Carson sabia reconhecer suas próprias fraquezas tendo humildade de pedir ajuda quando necessário. 
Certa vez ouviu do seu filho, o que toda mãe boa sempre ouve: "Você é a mãe mais cruel do mundo!
Ensinou seu filho a ser único como assim somos cada um de nós. Ensinou que deveria buscar a excelência e não a mesmice, a nivelação por baixo, mas superar as suas próprias limitações, sem jamais deixar-se abater por ela. "O mundo esta cheio de outros", disse a Ben Carson ainda menino.
Assim, falando parece que o filme é sobre a mãe de Ben Carson, mas não. É que ela teve até o fim de sua vida grande papel, uma influência extraordinária.
Deus fez grandes coisas na vida desse menino. Deu-lhe grandes livramentos, vitória. Transformou seu tempermento agressivo, violento em mansidão, e deu--lhe domínio próprio quando O buscou em clamor e humildade, reconhecendo que somente Deus e mais ninguém poderia ajudá-lo.
Certa vez Ben Carson fala a um diretor de um hospital que os médicos não tem fé, creem apenas na medicina, na ciência,mas sua vida mostra que técnica mais oração resulta em sucesso!
Em todo tempo, sofrimento, medo, ansiedades, Ben Carson busca socorro em Deus. Ele ora todos os dias, por todos os seus pacientes, e antes de todas as cirurgias.
Ben Carson, o neurocirurgião pediátrico do mundo, e o mais importante:
Um homem de Deus, um homem temente ao seu Deus!
Uma mãe temente e cheia de fé em Deus, corajosa e perse-
verante faz diferença da vida dos filhos. Uma mãe que supera
seus próprios limites e que ensina ao filho a buscar a Deus em 
todos os momentos.
O ator e o Dr. Ben Carson. 

Estudo, instrução podem mudar  uma vida. Temor a Deus e
talento, resultado: sucesso!

O  primeiro médico do mundo a realizar esse tipo de cirúrgia
com total sucesso: os gemes siameses sobreviveram!

Negro, pobre, discriminado. Uma combinação fadada ao fra-
casso, mas Deus transformou tudo e exaltou esse jovem que
é atualmente um médico reconhecido na sua área mundial   -
mente.

Cuba gooding jr: um show de interpretação como
sempre!

Ben Carson da vida real diz: " "Nunca se torne demasiado 
grande para Deus. Nunca exclua Deus da sua vida."

Ben Carson


Dr. Benjamin S. Carson, Sr., M.D. (18 de setembro de 1951, Detroit, Michigan, Estados Unidos) é um médico neurocirurgião, psicólogo, escritor e filantropo estadounidense, atual diretor do Departamento de Neurocirugia Pediátrica do Hospital Johns Hopkins. Ele foi premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade em 2008 pelo presidente George W.Bush

Biografia

Benjamin Solomon Carson nasceu em Detroit, Michigan. Sua mãe, Sonya Carson, que abandonara a escola na terceira série, se casou com Robert Solomon Carson, um ministro batista muito maior do Tennessee, quando tinha apenas treze anos. Os pais de Ben se divorciaram quando ele tinha oito anos e a Sra. Carson foi responsável pelo Benjamim e seu irmão mais velho, Curtis. Ela trabalhava em dois, às vezes três empregos ao mesmo tempo para sustentar seus filhos.

Educação
Carson disse que teve dificuldades no início do ensino fundamental, tornando-se o pior aluno de sua classe e alvo de abuso de seus colegas e desenvolver, em seguida, um incontrolável temperamento agressivo. Determinada a mudar a vida de seu filho, Sra. Carson limitou o tempo que Ben passava assistindo televisão e se recusou a deixá-lo sair para jogar até que ele terminasse a lição de casa todos os dias. Ela exigiu a leitura de dois livros por semana, e fornecer relatórios escritos sobre eles, porém, devido à sua própria falta de educação, mal conseguia ler os relatórios que Ben escreveu. Ben logo surpreendeu seus colegas e professores com novos conhecimentos. "Foi nesse momento eu percebi que eu não era burro", recordou mais tarde. Um ano mais tarde, Ben Carson foi o melhor aluno de sua classe.
Depois de determinar que queria ser um psiquiatra, Carson se formou com honras no ensino médio, com a participaçãolicenciatura em psicologia. Ele então estudou na Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan, onde seu interesse se deslocou para a neurocirurgia. Sua coordenação olho-mão e excelente capacidade de raciocínio fez dele um excelente cirurgião. Depois da escola médica ele se tornou o primeiro afro-americano residente de neurocirurgia do Hospital Johns Hopkins, em Baltimore. Aos 32 anos, tornou-se chefe dos residentes em neurocirurgia do hospital.

Carreira
Ben Carson foi um neurologista que fez cirurgias inovadoras nos primeiros sete anos de sua carreira. Ficou famoso por fazer hemisferectomias e separação de gêmeos siameses em um procedimento que no passado, antes de ele ter tentado, poucos gêmeos sobreviveram a cirurgia.
Ben Carson é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, e refere inclusivamente no seu livro, "Gifted Hands" ("Mãos Dotadas", em português), que essa fé o ajudou nas várias fases da sua vida, e que a sua fé e ajuda de Deus o ajudaram a atingir grandes resultados. Ele diz no seu livro "Nunca se torne demasiado grande para Deus. Nunca exclua Deus da sua vida." Este livro deu origem a um filme com o mesmo nome (em português: "Mãos Talentosas").





Diretor: Thomas Carter
Roteiro: John Pielmeier
Música: Martin Davich
Fotografia: John B. Aronson
Elenco: Cuba Gooding Jr., Kimberly Elise, Jaishon Fisher, Tajh Bellow, Geoffrey Beauchamp
Distribuidora: Sony Pictures

Esmaltes e Boneca

Nem lembro mais quando foi a última vez que participei dessa blogagem. Um tempão! Provas, faculdades, filhos, e um catatau de coisas para fazer. Ainda bem que as férias chegaram.
O tema de hoje é esmaltes e bonecas.
Bom, eu com 53 anos não tenho mais bonecas. Até depois de dois anos do nascimento da minha filha (que hoje tem 15 anos) eu ainda tinha algumas, mas que tadinhas não resistiram aos carinhos da dona Didi (filhota em questão).
Já que não tenho bonecas, pensei em postar sobre boneco, e no meu caso de pelúcia. Na verdade,é um urso rosa de pelúcia.
Uns dias antes do dias da mães esse ano entrando numa loja, e olhando por acaso uns bonecos falei para a vendedora que quando era mocinha todas as minhas amigas ganhavam dos namorados, paqueras bichinhos d e pelúcia, menos euzinha. Era tida por nós como muiiito intelectual e assim, ai de mim, só ganhava livros! Enquanto minhas primas e amigas podiam ter montado uma loja de bichinhos de pelúcia, eu deveria ter aberto uma biblioteca kkk.
Bom, a filhota atenta gravou na memória e no Dias das Mães esse ano, juntamente com um par de brincos e uma carteira, deu-me esse ursinho rosa. 
Passou uns dias no meu quarto, mas agora esta no quarto dela, sabe como é kkk.

Muito fofo e com significado.


O esmalte é da Ana Hickmann Perolado, cor Paeté

Uma camada é suficiente, pois a cobertura é ótima!


Cor escura, discreta, elegante: gostei!


AExcelente esmalte, fácil de limpar e retirar.

Um marrom muito lindo!
Quem desejar participar dessa blogagem coletiva passa lá na blog da Fernada Reali





Gente, bom domingo, sim, porque é meia noite!!! Beijos para todas com carinho!!!

Toy, au au ou gente?! kkkkkkkkkkkkkkk

Há uns meses atrás meu levei meu au au no veterinário, e conversando com ele falei: "Doutor ele pensa que é o filho número três", ao que de imediato respondeu: "Não ele tem certeza que é o filho número 1!" kkk, pode?!
Diante dessas fotos  vocês me dirão se ele sente o filho número três ou um.
Pensem num au au pra lá de mimado, cheios de gostos, altamente paparicado. Ele "se acha" kkk,e nós colaboramos e muiiiito. Enfim, ele é o xôdo da casa, vai ver por causa do nome (Toy é brinquedo é inglês).
Para quem não conhece ainda eu apresento
TOY, o au au mais lindo, mais amado, mais mimado do mundo!!!!!!!!!!!

Cachorro amassado kkk, amassado de beijo kkk
Didi chama Toy de meu bebê! Folgadoooooooooo!!!

Com 07 anos e é tratado como um bebe. Coroaaaaaaaaaaaa!

Esses dois vivem na minha cama. Toy fazendo um 
carinho em Adriana.


Atenção: olhando para a câmera. Gente, o colega do trabalho
do meu marido pegou o celular e falou: "Cara teu celular só 
tem foto do cachorro!".É mesmo, gente, kkkk. 

Sei não, mas acho que Freud explica kkkk: os meninos tratam 
Toy como um bebê, uma irmão caçulinha kkkk. Olhem a posição
dele no colo da Didi.


Meu filhão e Toy: eles comemoram aniversário na mesma data!

Vocês conhecem a expressão MUFINO? Era usada antiga-
mente quando alguém pegava, alisava muito um bichinho e 
até uma criança. Diziam: esse menino, ... esse cachorro vai 
ficar mufino!!!! kkk. Acho que Toy é mufino de tanto alisado,
de tanto caqueado, e dengo kkkk.

Toy  faz parte da família. Ah, vocês sabem o nome dele?
É Toy Maranhão Borba Alexandre da Silva kkk. 

Tem uma blusinha minha solta na cadeira, na cama?Sorratei-
ramente ele pega e se deita agarradinho e cheirando. Parece
bebê que gosta de cheirar um paninho, lembram?

Às vezes deixo uma blusinha de propósito para ele pegar.


Betinho deitado no travesseiro de Toy. Ninguém pense em 
pegar esse travesseiro ou tentar deitar nele: é bronca kkk.

Será que eles se gostam?!



As crianças ajudam a cuidar de Toy. Dão banho, e levam para
passear.


Gosto de estudar nas madrugadas, e Toy é o meu compa  -
nheiro. Sempre ao meu lado. Ai, eu estava estudando Apo-
logética Cristã e lendo um livro. Pois não é que ele dormiu
em cima da minha enciclopédia kkkk.


Será que ele aprendeu alguma coisa?! kkk


Achei a expressão de Didi olhando para Toy 
tão meiga!



Toy e Betinho na minha cama. Gente, oh, essas
fotos não são preparadas, não! É que esse au au
é mesmo muito folgado kkkk




Na minha cama. Ele estava no maior sono. Só abriu os olhos 
quando percebeu que eu estava perto.


Creiam: ele dorme no colo de Didi
É isso amigas. Aqui em casa somos doidos pelo nosso cachorro. Álias, somos loucos pela bicharada. Se morássemos numa casa, aff, seria um zoológico kkk. Hum, pensando bem esse apartamento aqui já teve seus tempos de zoológico kkk.
Queridas, uma linda sexta-feira !
Beijos no coração de todas.

"SEMPRE AO SEU LADO"... ATE HOJE EU CHORO!


Não pensem que esse é mais um filme sobre um cachorro bonito, corajoso, herói!!!!!!!!! Não mesmo!
Sim, é sobre um cachorro lindo, fiel, amigo, companheiro, extremamente leal, e muito mais! Mesmo diante da morte, da ausência, ele permanece leal.
Não é ficção,mas baseando numa história real.
Quando comprei o DVD o vendedor falou quando pedi um filme sobre drama: " A senhora quer um filme para chorar? Agora de chorar mesmo, a senhora não vai só chorar, vai se amostrar de chorar. Pode levar esse".
Pensei comigo: que vendedor exagerado! Mas queridas, eu confesso: eu me acabei de chorar. Assisti numa noite com o marido, e não chorei mais ainda porque me controlei. No dia seguinte quando fui contar para as crianças, acabei de chorar de novo. Não que o filme seja somente tristeza. Há momentos engraçados, mas é emocionante. Pensar que tudo aquilo aconteceu é de cortar o coração e emocionar qualquer um. Eu desconfio ate que o maridão caladinho chorou, e ficou emocionado! Um cachorro nos deixou uma linda lição de lealdade.
Digo sinceramente para todas vocês: mesmo quem não gosta de bichos, assista o filme, pois é belo.
E aqueles que são doidinhos pelos seus bichinhos como eu, aguenta coração e prepara a caixa de lenço porque você será muito tocado.


Companheiro de todas as horas.

Uma lealdade que perseverou mesmo diante da morte, da au-
sência.


Há que pense que quando temos um bichinho nós apenas damos:
comida, cuidados, assistência médica... mas há um troca. Eles nos
proporcionam alegria, carinho, companhia e creiam, muita amizade.

Um animal nos deixou um grande exemplo de amor, sim, de
lealdade!

Nem todo ser humano é tão leal quanto esse cão foi ao seu dono,
ou melhor, ao seu melhor amigo!

Unidos pelo carinho e por quê não dizer mesmo: pelo amor!



Com Richard Gere, Joan Allen, Sarah Roemer
Nome Original: Hachiko: A Dog´s Story
Duração: 93 minutos
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama

"Quando volta para casa, depois de um dia de trabalho, o professor universitário Parker (Richard Gere) encontra um frágil filhote de akita na plataforma de passageiros da estação de trem que costuma usar. Ao saber que o pequeno cachorro ficará lá por toda a noite, sem qualquer cuidado, Parker decide levá-lo para casa, e dá ao novo amigo o nome de Hachiko. A ligação entre os dois é imediata, e mesmo quando Cate, sua esposa, insiste para que o professor se livre do filhote, ele defende sua permanência em casa.

Logo, Parker percebe que Hachiko estará Sempre ao Seu Lado. Fiel, o cachorro sai todo dia com o dono, que vai trabalhar, o acompanhando até a estação de trem, e voltando no fim da tarde para buscá-lo. E essa rotina se repete inúmeras vezes, até que, um dia, o dono do akita não aparece no trem que costumava vir. Mesmo com a ausência de Parker, seja na estação, seja em sua casa, Hachiko segue sua rotina diária de aguardá-lo no mesmo local, no fim da tarde, na esperança de que um dia seu amigo volte.

Baseado em uma história real, Sempre ao Seu Lado é protagonizado e produzido pelo ator Richard Gere, que convidou seu amigo Lasse Hallström para dirigí-lo novamente. Os dois já haviam trabalhado juntos em O Vigarista do Ano, de 2006. O verdadeiro Hachiko viveu no começo do século XX, no Japão. Depois da morte de seu dono, um professor da universidade de Tóquio, o akita continuou a aguardá-lo na estação de trem por mais de dez anos. A história se tornou tão notória no país, que o cachorro virou herói nacional. No país, há três estatuas em homenagem ao animal, e a estação de trem hoje se chama Saída Hachiko, e é o principal ponto de encontro da capital japonesa.

Sinopse e detalhes
Parker Wilson (Richard Gere) é um professor universitário que, ao retornar do trabalho, encontra na estação de trem um filhote de cachorro da raça akita, conhecido por sua lealdade. Sem ter como deixá-lo na estação, Parker o leva para casa mesmo sabendo que Cate (Joan Allen), sua esposa, é contra a presença de um cachorro. Aos poucos Parker se afeiçoa ao filhote, que tem o nome Hachi escrito na coleira, em japonês. Cate cede e aceita sua permanência. Hachi cresce e passa a acompanhar Parker até a estação de trem, retornando ao local no horário em que o professor está de volta. Até que um acontecimento inesperado altera sua vida.


Massa de Pizza de Liquidificador


Essa massa de pizza encontrei no blog da mana amiga Lu (ciana), Pitadas de Sabor e Arte.
É rápida e super fácil de fazer. Fica bem gostosa.
A massa rendeu uma pizza grande.  A Lu fez a cobertura de camarão,mas queria testar logo e aqui em casa não tem camarão hoje. Para que fui perguntar aos meninos kkk, eles pediram a velha e comum pizza de mussarela. Para então agradar a eles e ao maridão, fiz metada de mussarela e metada portuguesa.
O diferente aqui não é o recheio, como já perceberam, mas sim a massa que é de liquidificador.
Essa vou anotar  e guardar, e fazer uma outra,mas agora do jetinho que gosto.
Essa é a receitinha.


Ingredientes da massa:
- 2 xícaras de leite;
-1/4 de xícara de óleo;
-3 colheres de sopa de queijo ralado;
-1/2 colher de sal;
-2 1/2 xícaras de farinha de trigo;
-3 ovos;
-1 colher de fermento em pó.

Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador. Despeje em fôrma untada e enfarinhada. Leve ao forno preaquecido até dourar a massa. Retire do forno, cubra com o molho de tomate, queijo mussarela, rodelas de ovo cozido, azeitona verde, rodelas de tomate, rodelas de cebola (bem fininhas), óregano, e azeite. Leve ao forno para gratinar.

Amigas me desculpem por  ter trazido apenas uma foto, mas assim que coloquei na mesa, a turminha aqui atacou kkk, inclusive eu.

Bom apetite
Beijos, linda terça-feira!

ALEXANDRIA


Aqui na minha terrinha inverno não tem frio (apesar para nós nordestinos qualquer friozinho é como estivesse nevando kkk), mas só chuva. Não temos muitas opções de lazer. Férias da escola das crianças, da faculdade, e do maridão no emprego. Resta-nos gastar dindim ($) no shopping (no iniciozinho do mês kkk), e assistir filmes, ler.
Eu prefiro essas duas últimas opções. Ler bons livros, assistir bons filmes é instrutivo, prazeroso e pode ser, algumas vezes, bastante edificante.
Encontrar esse filme no camelô de dvd pirata foi uma surpresa grande e maravilhosa! Coisa rara é encontrar filmes desse nível nesses camelôs.
Por causa da faculdade, tenho buscado ainda mais conhecer contextos históricos sobre o Cristianismo. Esse filme mostra uma época, e a conduta de, "ditos", cristãos que não conhecemos muito. Afinal é do próprio do cristão suportar tudo, sofrer pelo nome de Cristo, e não ser motivo de sofrimento de outros.
Outro dia estava até lendo sobre isso no livro A Era dos Martíres, de Justo L. Gonçalez. Foi uma época triste negra, onde o Evangelho de Jesus Cristo foi mal interpretado, e não vivido os princípios que Jesus deixou.
Naquilo que os cristãos sofreram e tanto repudiaram, quando se viram no controle da situação, fizeram o mesmo. À ira responderam com ira, ao tapa no rosto, não deram a outra face, mas resistiram ao mal com o mal. Diziam-se testemunhas de Cristo, mas suas atitudes mostravam o contrário! Tal arbitrariedade foi levada ao  extremo. Ainda bem que só foi naquela época, e isso não se repita nunca mais;
Os que se diziam cristãos não o eram de verdade, e os que não confessavam, como o personagem Hipátia, mesmo tendo atitudes de mansidão, assim mesmo não assumiam, e não criam no Evangelho.
Sei que não há desculpas por alguém não crer em Cristo. Ninguém chegará um dia diante de Deus e dirá: "Ah, eu não cri porque o pastor do meu vizinho era ladrão, porque minha sogra crente era uma peste...". Porém, pelo que a Bíblia diz há testemunhos que edificam, trazem vida e outros que matam. Os "cristãos" dessa época certamente não pensavam e agiam assim.

Somente para finalizar não nos esqueçamos, nós cristãos, que devemos PREGAR o Evangelho, afinal, isso foi uma ordem de Jesus para cada um de nós, mas também devemos VIVER.
Um grande evangelista, não lembro o nome, certa  vez disse: "O mundo pede exemplos e nos damos palavras",e outra vez li no facebook a seguinte frase: "Palavras convencem, exemplos arrastam!"
Fecho o meu comentário sobre esse tipo de comportamento com as palavras de um grande homem de Deus, o apóstolo Paulo:
"Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens". (2 Coríntios 3:2)

Excelente filme!!!!!!!!!! Mais uma obra cinematográfica relevante!
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Alexandria, filme de Alejandro Amenábar foi lançado quase que despercebidamente no Brasil em Blu-ray e DVD, com dois anos de atraso, pois não foi lançado nos cinemas originalmente. Pouco conhecido, este filme tem como personagem principal a filósofa, matemática e astrônoma Hipátia, filha de Theon, o último diretor conhecido da Biblioteca de Alexandria. O filme além de traçar a trajetória de Hipátia nos mostra o contexto histórico da ilustre cidade egípcia que vivia momentos conturbados com as diferenças religiosas entre cristãos e pagãos.
O filme prima pela sua qualidade narrativa de imagens, focando as idéias de Hipátia a respeito das órbitas planetárias, os conflitos entre pagãos e cristãos, buscando passar uma mensagem de união esquecida pela humanidade.
O filme inicia-se em 391 a.C. e apresenta uma reconstituição da cidade de Alexandria que enche nossos olhos. Nessa reconstrução destaca-se a famosa Biblioteca de Alexandria, onde boa parte da ação do filme se constrói. Nesse período, o Egito ainda era uma província do Império Romano, mas no século IV, a civilização romana já havia perdido muito do seu poder. No entanto o esplendor da antiguidade persistia em Alexandria e na sua famosa biblioteca.
Primeiramente destacamos a figura de Hipátia (Rachel Weisz), filósofa, matemática e astrônoma, no filme ela é apresentada como uma mulher visionária, a frente do seu tempo, pois ocupava lugares que geralmente eram ocupados por homens, como por exemplo, foi diretora da Biblioteca de Alexandria. Hipátia era uma filósofa muito importante na sua época, conhecida por resolver problemas que geralmente confundiam a cabeça de vários matemáticos contemporâneos seus. Nas palavras de Sócrates, o escolástico:
Havia em Alexandria uma mulher chamada Hipátia, filha do filósofo Téon, que fez tantas realizações em literatura e ciência que ultrapassou todos os filósofos da época. Tendo progredido na escola de Platão e Plotino, ela explicava os princípios da filosofia a quem a ouvisse, e muitos vinham de longe receber os ensinamentos.
O filme mostra a contribuição de Hipátia para o entendimento das órbitas planetárias. O modelo ptolomaico, onde a Terra seria o centro do universo e oito esferas, ou “céus”, que representariam as órbitas de corpos celestes como a Lua e o Sol indicavam a trajetória dos astros em torno do nosso planeta. No entanto o modelo ptolomaico não satisfazia a certas indagações que aparecem ao longo do filme: a Terra estaria ou não em movimento? Por que o Sol parece mudar de tamanho do Verão para o Inverno? A partir dessas problematizações, Hipátia teoriza que para o Sol ocupar duas posições ao mesmo tempo sua órbita teria que ser uma elipse. A cena em que Hipátia comprova essa teoria é muito bem construída.
Outro elemento narrativo utilizado por Amenábar em Alexandria é abordar o contexto histórico das atribulações religiosas que marcaram não somente a cidade de Alexandria, mas também o início do Cristianismo no século IV.
Aqui vale uma ressalva do por que a reconstrução desse momento é importante: geralmente ao estudarmos sobre os primeiros séculos do Cristianismo, recebemos as informações de que essa nova religião, ou seita, que se propagava pelo Império Romano à época era formada por um grupo de vitimados pelas perseguições impostas pelos imperadores romanos. Essa ideia é reforçada também em inúmeros filmes – dos cristãos sendo torturados e mortos na arena do Coliseu; de tudo de ruim que acontecia em Roma era culpa dos cristãos; Nero queimando Roma e colocando a culpa nos seguidores de Cristo e por aí vai... No entanto se os adeptos do cristianismo eram perseguidos, perseguidores também eles se tornaram, e Amenábar reconstrói essa situação em particular.
Em 391 d.C. o patriarca de Alexandria, Teófilo, a fim de aplicar as medidas contra o paganismo determinadas pelo imperador Teodósio, ordenou a destruição da Biblioteca de Alexandria e a pilhagem das coleções. Momento esse mostrado no filme. A destruição da Biblioteca devia-se ao fato de que junto a ela funcionava um templo pagão conhecido como Serapeum dedicado ao deus Serápis, divindade egípcia que era a fusão de Ápis e Osíris. Dessa forma o templo se tornou alvo da fúria dos cristãos.
Alexandria avança no tempo e depois de mostrar a perseguição que os cristãos infligiram aos pagãos, os judeus tornam-se o novo alvo dos adeptos de Cristo. De fato, na cidade de Alexandria havia uma grande presença de judeus e logo após a nomeação de Cirilo para ser patriarca de Alexandria, a violência entre esses dois grupos aumentava cada vez mais. Cirilo foi um cristão defensor da ortodoxia da Igreja e combatia heresias.
Hipátia também foi vítima da perseguição imposta por Cirilo. Em 415 d.C., ela foi atacada por um grupo de cristãos em plena rua, foi golpeada, desnuda e arrastada para uma igreja, onde foi torturada e teve seu corpo dilacerado. Depois de morta, seu corpo foi lançado a uma fogueira. Hipátia, segundo Sócrates, o escolástico, devido sua influência junto ao prefeito de Alexandria, Orestes, foi alvo de retaliação dos fiéis de Cirilo, visto que o prefeito teria ordenado a execução de um monge cristão.
O filme Alexandria de Alejandro Amenábar merece um pouco da nossa atenção por retratar fatos e épocas que geralmente não são abordados.

Título original: Ágora
Direção: Alejandro Amenábar 
Produção: Álvaro Augustín, Fernando Bovaira, Simón de Santiago, José Luis Escolar e Jaime Ortiz de Artiñano 
Roteiro: Alejandro Amenábar e Mateo Gil 
Elenco: Rachel Weisz, Max Minghella, Oscar Isaac e Rupert Evans 
Gênero: Drama
Ano: 2009


 O escravo conhece o Evangelho de Cristo que liberta, mas depois se vê numa situação em que não pode dar o mesmo perdão que recebeu de Deus. Contraditório, não?! E nada cristão!


 Hipátia, uma mulher que fez diferença no seu tempo e na História!


Na verdade Hipátia é morta como uma revanche pela morta do líder dos religiosos.
Minha opinião: um cristão deve estar pronto sempre para morrer por amor a Cristo,mas jamais, nunca ser instrumento de morte, em tempo algum matar!


Um filme que abrange todo o contexto da época: histórico, social, econômico, religioso, moral.


Um filme para sempre! Para se ver, rever, emprestar, presentear, e guardar!



Assistam  o trailler desse filme excelente

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