Bolo- Pudim de Café com Chocolate.


Latas de leite condensando na despensa. O que fazer? Pudim! Mas não queria fazer o mesmo pudim de sempre. Gosto de experimentar novas receitas. Como encontrar? Ora, vamos para o senhor Google.  Foi quando encontrei essa receita que, sinceramente, nunca havia conhecido. Pudim, mas também bolo, com leite condensado, mas com pão, e ainda pedacinhos de chocolate! Quer mais?! Pensei: "vou arriscar", e... deu certo. Bom, deu certo o sabor, mas na aparência, não ficou essas coisas. 
Gostei muito, muito dessa receita e com certeza repetirei.



Ingredientes:

  •  4 pãezinhos;
  •  2 e ½ xícaras (chá) de leite;
  •  4 ovos;
  • 2 colheres (sopa) de açúcar; 
  • 1 colher (sopa) de margarina; 
  • 1 lata de leite condensado;
  • 2 colheres (sopa) de café solúvel (usei apenas 1 colher)
  • ½ xícara (chá) de gotas de chocolate (usei 100 grs de chocolate picado)
  • acrescentei, como de costume, 2 colheres de sopa de leite em pó

Modo de preparo:
Pique os pãezinhos e coloque-os de molho no leite. No liquidificador, bata o pão com o leite, os ovos, o açúcar, a margarina, o leite condensado e o café. Misture as gotas de chocolate e despeje na fôrma. Asse em banho-maria no forno preaquecido a 190 ºC  por aproximadamente 50 minuto.  Retire do forno.
Eu costumo colocar a forma direto do forno para o refrigerador. Só depois de bem gelado, passo uma faca ao lado e no meio, então, desenformo, mas nesse pudim esquente um pouco o fundo colocando-o  uns minutinhos, uns cinco, para que  desprende o caramelizado e o chocolate. 
Euzinha não fiz isso, e o resultado´é que o chocolate ficou preso na forma. Dai esquentei e derramei sobre o pudim. Ficou gostoso, mas a aparência não ficou bonita como a do site onde peguei a receita.
Por falar nisso, encontrei a receita aqui.

“NÃO VOS DÊ CUIDADO COMO, OU O QUE HAVEIS DE FALAR, PORQUE NAQUELA MESMA HORA VOS SERÁ MINISTRADO O QUE HAVEIS DE DIZER.” Mateus 10:19






Pregar, evangelizar, para alguns é uma verdadeira batalha. Dizem que não sabem evangelizar, não sabem falar sobre Deus e Sua Palavra. Só pensar em falar um público já é motivo de ansiedade, medo, pernas tremendo, suor nas mãos, palpitações. Creiam, que isso pode até acontecer com aqueles que Deus chamou para serem evangelistas, como eu! Não que tenha já sentido todos esses sintomas, mas já houve situações que me perguntava: “O que vou falar?”
Conto aqui uma dessas vezes. Lembro que quando ainda era do grupo de visitas da Igreja Presbiteriana de Candeias, fui designada pela minha querida mana Rosa Rocha Alves, líder do grupo para levar a Palavra de Deus ao um asilo que iríamos visitar. As irmãs do grupo telefonavam e sugeriam que desse uma palavra  como Salmos 23. Durante todo o período que antecedeu orei a Deus que me revelasse que palavra deveria levar. Afinal, só Ele sabia que estariam ali naquele lugar, naquele dia, naquela hora, e somente Ele poderia abrir, tocar, quebrantar aqueles corações. Nunca fui de escolher a palavra. Sempre oro e espero. Assim fiz. Já era um dia antes da visita e Deus permanecia calado. Quando pela madrugada Deus me guiou para abrir a Bíblia e me mostrou uma passagem. Logo lhe respondi: “Ah, Deus essa passagem eu conheço! Queres que eu fale isso?”. Fez ler por três vezes, e só então, ministrou ao meu coração. Confesso que  jamais, em tempo algum, eu de mim mesma escolheria aquela palavra para levar a um lugar repleto de velhinhos. Tinha até uma senhorinha de 100 anos! Bom, mas Deus falou, e me disse tudo que deveria falar naquele lugar.
Lembro que mana Rosa telefonou e perguntou se eu já tinha a palavra. Respondi que sim, mas me neguei a lhe dizer, mesmo ela insistindo. Sabia que se dissesse a ela não permitiria.
Lá fomos nós. Havia muitas servas do Senhor, mas algumas não eram, e também havia muito convidados. Pedi um púlpito para esconder as pernas tremendo kkk, e comecei a falar sobre Jesus no túmulo. Sobre morte. Falei que muitas pessoas só olham para os túmulos da vida, quando aquilo que todos dizem que já acabou, que não tem jeito. Que deviam olhar para fora do túmulo, pois o Raboni, o Senhor Jesus está do lado de fora, e ele traz vida a todos os que os procuram. Seu filho está morto nas drogas? Não olhe para o túmulo, olhe para Jesus. Quando terminei , muitos vieram me falar que a palavra tinha caído em cheio nos corações.
Outra vez, foi no Mercado da Mangueira. Cheguei no local apenas com um versículo no coração e mais nada. Vazia! Mas lembrei do versículo acima e me tranquilizei.  Peguei o microfone e aconteceu o que diz no
Salmos 81.10: “abre bem a tua boca, e ta encherei.”
Deus me encheu! As palavras saiam de mim, jorravam. Eu enquanto falava me surpreendia! Não tinha domínio, não pensava o que falava, elas simplesmente saiam dos meus lábios e... foi tremendo!
Meu amado (a), Deus te chamou? Deus te mandou? Deus te enviou para falar Dele?  Não temas!
Ele te capacitará, ungirá tua boca, Ele se responsabiliza, afinal, a obra é Dele!

Confia, vai e... fala!!


Bolo de Banana



Gosto de ter algo doce em casa. Esse final de semana nem fiz nada, mas hoje decidi preparar um bolinho rápido. Vi essa receita publicada no Facebook, e de cara gostei.Nada complicada, nem demorada e que leva algo que nunca falta na minha casa: banana! Fiz, gostei e recomendo. A receita pode ser encontrada aqui, inclusive com um vídeo.

INGREDIENTES

  • 4 bananas maduras
  • 120 g de farinha de trigo (1 xícara)
  • 360 g de açúcar (2 xícaras) 
  • 2 ovos
  •  20 g de margarina (1 colher de sopa) 
  • 80 mL de leite (1/3 xícara)
  •  5 g de fermento (1 colher de chá) 


 INSTRUÇÕES DE PREPARAÇÃO 

 Corte as bananas em rodelas e reserve. Leve metade do açúcar (1 xícara) ao fogo bem baixo. Deixe ir derretendo aos para fazer uma calda de caramelo. Assim que derreter por completo despeje rapidamente em uma forma pequena,Faça movimentos para que ocupe todo o fundo antes de endurecer. Coloque todas as rodelas de banana sobre o caramelo.Em uma batedeira coloque os ovos e o açúcar e bata bem até ficar esbranquiçado.Acrescente a margarina, farinha e o leite e bata mais um pouco. Caso sobre algumas rodelas de banana pode acrescentar no bolo. Eu acrescentei e ficou ótimo! Por último adicione o fermento. Despeje sobre o caramelo com as bananas. Leve em forno preaquecido a 180ºC por cerca de 25 minutos Desligue o forno e espere esfriar por uns 10 minutos e desenforme ele morno!!!! Se demorar para desenformar a calda ficará dura e o bolo preso na forma!




Como Fazer Sabonete Líquido com Restos de Sabonete




Não sei se na sua casa acontece, mas aqui em casa sobra muito sabonete. A minha turminha não usa até o fim, Deixam até no piso do box. Vendo um post Como fazer sabonete liquido com restos de sabonete resolvi testar a ideia. Deu certo. Bom ter em cada banheiro o sabonete feito por mim mesma e ainda aproveitar. Valeu a ideia! Encontrei a receita aqui.

"Reúna os restos de sabonete que não serão mais utilizados para banho. São aqueles pedaços difíceis de segurar e utilizar.
Adicione uma tampa de glicerina. Você acha a glicerina em qualquer farmácia.
Encha com pedaços de sabonete e água quente. Se o recipiente pode derreter com a água quente, faça toda a mistura num recipiente mais seguro primeiro, e depois despeje no recipiente apropriado quando tiver esfriado.
Permita que a mistura repouse por alguns dias. Isso dará tempo para o sabonete dissolver. Agite de vez em quando.
Use. Quando o sabonete tiver dissolvido, pode utilizar a mistura como sabonete líquido. Fácil!"




Bolo de Laranja



Já viu formiga não gosta de doce? Não existe. Aqui em casa temos um formigão (marido) e uma formiguinha, euzinha. Ontem, busquei um docinho a tarde para lanchar, um chocolate, ou pelo menos um  biscoitinho, e... af, nada.Que fazer? Preparar aqueles bolos tipo liquidificador: super rápido! Queria um bolo, mas sem recheio,, sem cobertura, simples para tomar com uma bela xícara de café ou no caso dos filhos, com coca-cola (pode?! kkk. Para eles pode kkk). Encontrei essa receita.Enfia tudo no liquidificador, derrama na forma e pronto, parte para apreciar.

Ingredientes:
  • 3 ovos inteiros;

  • 1 xícara de chá de suco de laranja natural (pode ser suco de outra fruta);

  • 1 xícara de chá de óleo;

  • 1 e ½ xícara de chá de açúcar;

  • 2 xícaras de chá de farinha de trigo;

  • 1 colher de sopa de fermento em pó

Calda

1 lata de leite condensado
  • 1 xícara de chá de suco de laranja natural

  • Raspas de laranja para decorar

Modo de Preparo: Em um liquidificador, coloque os ingredientes na ordem da receita e bata até que fique uma massa homogênea. !
Leve par assar em forno médio (180°C) preaquecido em forma de orifício central untada e enfarinhada, até assar por completo. Deixe esfriar e desenforme.



Modo de Preparo da Calda
  1. Coloque os ingredientes em um recipiente e mexa até a laranja se incorporar no leite condensado.

  2. Regue o bolo a seu gosto.

Não fiz a calda. Ficou ótimo!



Você perdoaria de todo coração o assassino da sua filha?



Ah, como é fácil pregar o Evangelho, como é fácil dizer: "ah, eu perdoou...não sou de guardar rancor, ira, magoa ....). Quão distante é passar das palavras para as atitudes! Quão difícil é vivenciarmos tudo que cremos, que pregamos na própria pele, em momentos de tremenda triste, tragédia!
De todos os filmes que já assisti,  acho que esse é o primeiro que mostra verdadeiramente o Evangelho  vivenciado.
Como perdoar alguém que assassina nossa própria filhinha de 14 anos?! Como não guardar nenhum, mas nenhum rancor, ódio, ressentimento por esse assassino? Será isso possível?!
Assista, e veja como todos nós, os que nos dizemos, e até somos mesmos cristãos devemos agir!
Estou impactada!

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Graça e Perdão

 A pequena comunidade Nickel Mines foi abalada por um crime que ninguém poderia imaginar. Uma mãe tenta superar a perda de sua filha, após um atirador invadir uma escola para meninas Amish. “Enquanto dormimos/a dor que não se dissipa/cai gota a gota sobre o nosso coração/até que, em meio ao nosso desespero/e contra nossa vontade/apenas pela graça divina/vem a sabedoria”.

Baseado num fato verídico ocorrido em 2006, o telefilmw Graça e Perdã (Amish Grace), dirigido por Dylan Scharping – narra o drama vivido por famílias formadas por amishes nos EUA atual, que enfrentam a dor causada pelo brutal assassinato de suas filhas, quando estas – na escola – foram surpreendidas por um atirador (algo infelizmente tão em voga nos noticiários, e que não tem como não trazer a memória o triste episódio ocorrido em Realengo este ano) que fez cinco vítimas. Marido fiel, pai presente e um simples trabalhador, Charles Roberts (John Churchill) é tido como um sujeito acima de qualquer suspeita – prestando serviços como entregador de leite em Nickel Mines na Pensilvânia – sempre bem recebido pelos amishes que moram naquela região. Dentre eles faz parte a família Graber, formada pelo pai Gideon (Matt Letscher), a mãe Ida (Kimberly Williams-Paisle) e as duas filhas – Katie (Karley Scott Collins) e a mais velha Mary Beth Graber (Madison Davenport) – esta última nutrindo o sonho de ser professora. Roberts – escondendo suas intenções de sua esposa (Tammy Blanchard), arquiteta um plano premeditado, que ao longo da projeção mantem-se sem explicação – uma vez que – levando quase dez dias de planejamento – elimina qualquer suspeita de surto causado por fatores psicossomáticos. Depois de executar apenas as meninas, entre elas a primogênita dos Grabers – o matador tira sua própria vida. Destruídos pela tragédia e perseguidos pela imprensa (representada aqui pela jornalista Jill Green – interpretada pela atriz britânica Fay Masterson) – os amishes – poucos dias após o triste evento, visitam a viúva do responsável pelo crime para fazer algo que não se passa pela cabeça nem do mais pueril ser humano – dizer que perdoam o algoz do massacre e que estarão orando por ela e por seus filhos. Este gesto incompreensível chama a atenção da mídia, que enxergam com desconfiança para tal comportamento.

Se de um lado Gideon Graber lida com a perda da filha com assustadora serenidade – bem o oposto – por exemplo, da composição de Joaquim Phoenix eTraídos pelo Destino a mulher Ida vai se desconstruindo emocionalmente – questionando os valores de sua fé e escolha doutrinária – que ironicamente – segundo ela – condena sua irmã por ter abandonado o estilo de vida dos Grabers para se casar com um estrangeiro – sendo considerada desviada – mas que em contrapartida libera alguém do peso da culpa, mesmo que este não tenha demonstrado arrependimento, enquanto Amy – a viúva de Charles – partilha da mesma indignação e consternação da matriarca dos Grabers, bem como parcialmente transfere pra si um pouco da culpa pelo ocorrido. Neste aspecto as roteiristas Sylvie White e Teena Booth foram precisas ao conduzir a história sem forçados ditames ou julgamentos maniqueístas – permitindo que o espectador assim tire suas próprias conclusões. Kimberly Williams-Paisley (mais conhecida por sua participação,Jim é Assim) exala sensibilidade ao retratar o comportamento de uma mulher amish, submissa ao marido – mas que não se contem ao manifestar seus sentimentos e opiniões num momento de profunda catarse, já Matt Letscher emociona ao construir Gideon como um homem pacífico, que obrigado por sua posição de chefe da família, reprime suas emoções ao máximo, auxiliado por sua aparentemente indestrutível fé. Impossível também não destacar o ótimo trabalho de Tammy Blanchard, interpretando a esposa que carrega a vergonha e os abalos dos feitos do cônjuge. Produzido não para defender abertamente uma ideia, mas para dar abertura para reflexão, Graça e Perdão toca neste que é talvez um dos maiores desafios que muitas vezes se coloca diante da humanidade, distinguir o que é perdão e o que é esquecimento. Como disse certa vez o escritor Thomas Chapman: “O perdão genuíno consegue promover a remoção de barreiras causadas por uma ofensa, não importando qual seja ela”. Neste sentido, conceder o perdão é o mesmo que conseguir conviver com uma realidade onde há perdas causadas por alguma das partes, porém através de outro enfoque.
(análise retirada de um site que terminei perdendo o endereço. Desculpe-me o autor. Se alguém encontrar, diga que acrescentarei)
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Sobre a comunidade Amish
Amish é um grupo religioso cristão anabatista baseado nos Estados Unidos e Canadá. São conhecidos por seus costumes conservadores, como o uso restrito de equipamentos eletrônicos, inclusive telefones e automóveis.
Como os Mennonitas, os Amish são descendentes dos grupos suíços de anabatistas chamados de Reforma radical. Os Anabatistas suíços ou "os irmãos suíços" tiveram suas origens com Felix Manz (ca. 1498-1527) e Conrad Grebel (ca.1498-1526). O nome "Mennonita" foi aplicado mais tarde e veio de Menno Simons (1496-1561). Simons era um padre católico holandês que se converteu ao Anabatismo em 1536. O movimento Amish começou com Jacob Amman (c. 1656 - c. 1730), um líder suíço dos Mennonitas que acreditava que estes estavam se afastando dos ensinos de Simons.
Os primeiros Amish começaram a migrar para os Estados Unidos no século XVIII, para evitar perseguições e o serviço militar obrigatório. Os primeiros imigrantes foram para o condado de Berks, Pensilvânia. .
Estimativas do início da década de 2000 apontavam a existência de 198 mil membros da comunidade amish no mundo, sendo 47 mil apenas na Pensilvânia. Esses grupos são compostos por descendentes de algumas centenas de alemães e suíços que migraram para os Estados Unidos e o Canadá.
Os amish preferem viver afastados do restante da sociedade. Eles não prestam serviços militares, não pagam a Segurança Social e não aceitam qualquer forma de assistência do governo. Muitos evitam até mesmo fazer seguro de vida.
A maioria fala um dialeto alemão conhecido como "Alemão da Pensilvânia" (em inglês: Pennsylvania Dutch ou Pennsylvania German). Eles dividem-se em irmandades, que por sua vez se divide em distritos e congregações. Cada distrito é independente e tem suas próprias regras de convivência.
O filme "A Testemunha", com o actor Harrison Ford, mostra o modo de vida dos amish nos Estados Unidos. Homens usando ternos e chapéus pretos e mulheres com a cabeça coberta por um capuz branco e com um vestido preto. A comunidade Amish considerou muito liberal a imagem que se fez deles.
Os amish não gostam de ser fotografados. Interpretam que, de acordo com a Bíblia, um cristão não deve manter sua própria imagem gravada.
Os princípios enfatizados pelos Amish são:
A Bíblia, principalmente a ética do Novo Testamento, devem ser obedecidas como a vontade de Deus, embora não sistematizando sua teologia, mas aplicando-as no dia-a-dia. A interpretação da Bíblia é realizada nos cultos e reuniões da igreja. Essa posição de evitar querelas teológicas evitou divisões de carácter doutrinário nas denominações anabatistas.
Credos e confissões são somente documentos para demonstrar aquilo que se crê, mas requerem a adesão ou crença a eles. Aceitam, portanto, em essência os Credos históricos do Cristianismo, mas não o professam.
A Igreja é uma comunidade voluntária formada de pessoas renascidas. A Igreja não é subordinada à nenhuma autoridade humana, seja ela o Estado, ou hierarquia religiosa. Assim evitam participar das atividades governamentais, jurar lealdade a nação, participar de guerras.
A Igreja não é uma instituição espiritual e invisível, mas uma coletividade humana e real, marcada pela separação do mundo e do pecado e uma posição afirmativa em seguir os mandamentos de Cristo.
A Igreja celebra o Batismo adulto[1] por aspersão como símbolo de reconhecimento e obediência a Cristo, e a Santa Ceia em memória da missão de Jesus Cristo.
A Igreja tem autoridade de disciplinar seus membros e até mesmo sua expulsão, a fim de manter a pureza do indivíduo e da igreja.
Como pode ser notado, a teologia anabatista é massivamente eclesiológica, baseada na vida comunitária e Igreja.
Quanto a salvação, os Amish creem no livre-arbítrio, o ser humano tem a capacidade de se arrepender de seus pecados e Deus regenera e ajuda-o a andar em uma vida de regeneração.
Os Amish não creem que a conversão para Cristo seja uma experiência emocional de um momento, mas um processo que leva a vida inteira;
O que único na Teologia Anabatista, principalmente depois de Menno Simons, é a visão sobre a natureza de Cristo, possui uma doutrina semi-nestoriana, crendo que Jesus Cristo foi concebido miraculosamente pelo Espirito Santo no ventre de Maria, mas não herdou nenhuma parte física dela. Maria, seria portanto um instrumento usado por Deus, para cumprir o Seu plano.
A essência do cristianismo consiste em uma adesão prática aos ensinamentos de Cristo.
A ética do amor rege todas as relações humanas.
Pacifismo: Cristianismo e violência são incompatíveis.
O culto Amish é praticado da mesma maneira desde a concepção do Anabatismo na época da Reforma. O Culto é voltado a Deus e não tem o carácter evangelizador, portanto práticas como "chamada ao altar" ou "aceitar Jesus" não existem. Não constroem igreja, assim reúnem-se em casas privadas ou em salas de escolas. As mulheres sentam-se separadas dos homens e cobrem a cabeça com um véu. O culto inicia com uma invocação de algum dos anciãos, seguem-se hinos, cantado do hinário Ausbund, que é o mesmo texto desde o século XVI e não contém notação musical. Então há uma oração, onde todos se ajoelham silenciosamente até que algum membro masculino ore pela igreja. A leitura e pregação da Bíblia é feita extemporaneamente, sem sermões preparados, e muitos elterns (anciãos) abrem as Escrituras aleatoriamente. Seguem uma oração do ministro e uma benção final. A congregação se despede com um ósculo.

Imagens do filme

E, perseverando unânimes todos os dias no templo, 
e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria 
e singeleza de coração, Atos 2:46


Alegrar-se com os que riem, chorar com os que choram.
Mãe amish com a esposa do atirador que matou sua filha.



 A fé quando tudo está bem  não é a fé verdadeira, mas nos momentos difíceis temos a oportunidade de escolhermos colocar nossa fé em prática.


Mesmo sofrendo devemos consolar a outros.
"Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus." (2 Coríntios 1:3,4)



Antes de enterrarem suas filhas, enterraram a raiva.
Assista o filme


 

Bolo gelado de Tapioca, Coco e Leite Condensado





Sou uma formiga, e o marido, o formigão. Gosto sempre de ter um docinho principalmente depois do almoço. Alias, gosto mais de preparar doces do que salgados. Tenho apenas um porém: nada de receitas complicadas, com ingredientes mirabolantes, nem que passe horas para preparar. Fazer rapidinho, comer mais rápido ainda kkkk.
A "carinha" do bolo ficou um pouquinho feio porque fiquei com receio de pressionar a massa, mas o sabor 10!
Essa receita é o meu tipo. Doce e gelada, tudo de bom! Recomendo.





INGREDIENTES
500 g de tapioca granulada;
2 xícaras (chá) de açúcar;
1 litro de leite quente;
200 g de coco ralado;
1 vidro de leite de coco pequeno;
1 lata de leite condensado

MODO DE PREPARO
Misture a tapioca e o açúcar, acrescentando aos poucos, o leite quente
Quando começar a ficar cremoso, deixe descansar por 10 minutos, pois a tapioca vai crescer um pouco
Após esse tempo, acrescente o coco ralado e o leite de coco, sempre mexendo bem
Unte uma forma com leite condensado e coloque a massa, leve à geladeira por 2 horas
Retire da geladeira e desenforme.

O mérito dessa receita não é meu, mas poderá encontra-la aqui




Essa misturinha de tapioca, coco, e leite condensado, hum, ficou show!!

Bolo- Pudim de Café com Chocolate.

Latas de leite condensando na despensa. O que fazer? Pudim! Mas não queria fazer o mesmo pudim de sempre. Gosto de experimentar nova...

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